Sobrevivência na Selva
Ração de Sobrevivência. O que levar na mochila? Como calcular? Preciso mesmo? Confira aqui as nossas dicas de orientações para Sobrevivência na Selva.
E-books de Medicina Grátis
Ebooks gratuitos de Medicina para os seus dispositivos móveis ou e-readers. Autores e livros novos todos os dias.
Manual de Sobrevivência na Selva
Manual usado pelo Exército Brasileiro no curso de Sobrevivência na Selva.
Cursos Gratuitos em Harvard
A Harvard oferece cursos gratuitos na modalidade on-line. Se qualifique agora mesmo no conforto da sua casa sem nem mesmo precisar do Green Card!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
MOTOROLA DEFY+ AGUENTA ATÉ 10 MINUTOS EMBAIXO D’ÁGUA
No final de setembro será lançado nos Estados Unidos um celular que pode acabar com aquele negócio de perder o aparelho porque ele escorregou para dentro do vaso sanitário, tomou um banho de piscina/mar ou até uma chuva daquelas.
Se o primeiro Defy lançado no Brasil já tinha como uma de suas principais características ser um smartphone resistente, a próxima edição do celular, batizada Defy+, promete aguentar até 10 minutos embaixo da água.
A gente só espera que a resistência à água comece a ser padrão nos próximos lançamentos de aparelhos e que o Defy+ venha com um preço viável para um celular com Android 2.3, câmera de 5MP e tela de 3,7 polegadas. Ou seja, ele não é um top de linha e se vier com um preço legal, deve ser tão bem sucedido em vendas quanto seu antecessor.
Ainda não foi divulgada pelo fabricante a data de lançamento do aparelho no Brasil.
via Engadget
sábado, 27 de agosto de 2011
Mc Dia Feliz 2011 - 27 de Agosto
No McDia Feliz, todo o recurso arrecadado com a venda de sanduíches Big Mac (exceto alguns impostos), vendido separadamente ou na McOferta de Big Mac - além de materiais promocionais confeccionados pelas instituições participantes e tíquetes antecipados - é revertido para instituições de apoio e combate ao câncer infantojuvenil de todo país.
O evento garante o dia de maior movimento em mais de 600 restaurantes McDonald’s, contando com uma mobilização de mais de 30 mil voluntários. Ao longo de 23 anos de realização da campanha, os recursos obtidos com o McDia Feliz contribuíram para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 15%, no final da década de 80, podendo chegar a 85% atualmente caso diagnosticado nos estágios iniciais.
Com os resultados obtidos desde o primeiro ano de sua realização, em 1988, a campanha já reverteu a mais R$ 114 milhões para a causa do câncer infantojuvenil, em mais de 20 estados brasileiros. Os recursos têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, e salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. Todos os projetos apoiados pelo Instituto Ronald McDonald são auditados e tem sua execução acompanhada. Veja em nossos Relatórios de Atividades mais informações e prestação de contas.
História do McDia Feliz no Brasil
No Brasil, o primeiro McDia Feliz foi realizado em 1988 e beneficiou a Ação Social de São Paulo. Desde então a campanha tem se expandido e, ao longo de suas edições, já beneficiou dezenas de instituições de todo o Brasil que atuam para proporcionar mais saúde e qualidade de vida a crianças e adolescentes e seus familiares.
A causa do câncer infantojuvenil foi abraçada há muito tempo pelo Sistema McDonald’s. A empresa assumiu essa causa há mais de 30 anos nos Estados Unidos quando fundou a primeira Casa Ronald McDonald na Filadélfia. No Brasil, a história de combate ao câncer infantojuvenil, através do McDonald’s, Instituto Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald começou com a família Neves, que teve o filho mais jovem do casal diagnosticado com leucemia linfóide aguda. Para o tratamento não havia esperanças no Brasil, por isso amigos e parentes da família se mobilizaram para ajudar e fazer com que a criança buscasse tratamento no exterior. Por três meses, enquanto o filho se tratava no Memorial Hospital de Nova York, pai e mãe tiveram a oportunidade de conhecer e ficar hospedados em uma Casa Ronald McDonald.
Infelizmente, Marquinhos não resistiu, mas a família junto a parentes e amigos iniciou uma luta para que crianças e adolescentes com câncer e seus familiares tivessem no Brasil as mesmas condições de tratamento e apoio. A idéia foi levada ao McDonald’s Brasil, que junto a outros apoiadores e a sociedade civil, identificou que poderia contribuir para oferecer atendimento de qualidade e aumentar os índices de cura da doença no país. Em 1999 nasceu o Instituto Ronald McDonald, que desde então tem Francisco Neves, o pai do menino Marquinhos, como superintendente.
O Instituto Ronald McDonald coordena nacionalmente a campanha McDia Feliz e é também responsável por diversos programas e iniciativas que ajudaram a articular e mobilizar diferentes setores da sociedade em prol da causa do câncer infantojuvenil.
Campanha 2011
A edição 2011 do McDia Feliz será realizada em 27 de agosto. Neste ano, os recursos da campanha serão investidos em 73 projetos de 59 instituições em todo o país.
Objetivos da campanha
- Despertar a atenção de toda a sociedade e sensibilizá-la para a maior causa de morte por doença entre crianças de 5 a 19 anos;
- Captar recursos e concentrar esforços para a realização de projetos prioritários em nível local, regional e nacional;
- Contribuir para o aumento do índice de cura do câncer infantojuvenil.
Você Sabia?
- O McDia Feliz é o evento que mais arrecada recursos para a causa do câncer infantojuvenil no Brasil;
- Desde 1988, a campanha já doou cerca de R$ 114 milhões a instituições sem fins lucrativos que atuam no combate ao câncer infantojuvenil;
- A arrecadação do McDia Feliz 2010 foi a maior já atingida no Brasil: R$ 13.004.018 com a venda de 1,4 milhão de sanduíches Big Mac.
(Fonte)
PORÉM, esse projeto vai muito além de comer hamburguer!
São crianças que precisam de ajuda e profissionais engajados em ajudá-las.
Se você não gosta do Mc Donald´s tudo bem, mas o que custa ajudar uma criança, um ser indefeso?
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Rubéola
Vacina para Adultos e Crianças:
As crianças menores de cinco anos receberão a gotinha contra a paralisia infantil. E os adultos (homens e mulherres) de 20 a 39 anos, também serão vacinados contra a rubéola.
Jovens que não têm filhos, mas estão nesta faixa etária e ainda não tomaram a vacina, também deverão ir aos postos de vacinação para serem imunizados.
Confira a lista de postos no site da Secretaria de Saúde.
Confira Abaixo no nosso Infográfico os sinais e sintomas.
Click na Imagem para Ampliar
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
E-book Queda de Cabelo.
Há vários fatores que influenciam na queda de cabelo tanto em homens quanto em mulheres. Os fatores que mais contribuem para a queda de cabelos são a idade e a pré-disposição genética. Não existe um tratamento único que resolva todos os problemas de queda de cabelo, mas as orientações contida nesta e-book poderá axuliar as pessoas a resolver muitos dos problemas não só capilar como no organismo em geral...
Eu não garanto nada, mas o autor deste trabalho afirma que é possível, seguindo suas orientações, amenizar ou até mesmo cessar a queda de cabelos, nos homens e nas mulheres.
Este e-book foi garimpado na internet.
Tamanho do arquivo: 633 KB.
Cálculo de Dosagem de Medicamentos
- Calculo de Gotejamento.
- Cálculo com Penicilina Cristalina.
- Cálculo de Insulina.
- Permanganato de Potássio (KMnO4).
- Transformando o soro.
E neste e-book vc ganha também um bônus com diversas questões de concursos.
Total: 177 Kb. (super leve).
Páginas: 9.
.
Dicionário Ilustrado de Saúde-Yendis
Com cerca de 20.000 verbetes e diversas ilustrações o Compacto Dicionário Ilustrado de Saúde é um material de referência objetivo, ideal e indispensável para o aprendizado e para a prática profissional.
Suas ilustrações e quadros informativos são complementares às definições apresentadas, fazendo com que este seja muito mais do que um dicionário.
Tamanho: 6,59 MB.
Páginas: 900.
.
domingo, 14 de agosto de 2011
Grafologia A Ciência da Escrita
José Bosco é Psicanalista Freudiano com especialização em Grafologia pela Universidade de Urbano (Itália).
A mais de 20 anos atende em seu consultório em São Paulo e elabora laudos para empresas e particulares.
Telefones: (11) 3112-8036 ou (11) 9748-9212.
Email: grafotecnica@hotmail.com
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Tumor de pele em crianças que sobreviveram a uma neoplasia parece ser sinal de alerta para o aparecimento de novos tumores

No estudo Childhood Cancer Survivor Study, o Dr. Gregory T. Armstrong e colaboradores relataram que crianças que sobrevivem ao câncer têm um aumento na incidência de neoplasias subsequentes (NSs). Aquelas que sobrevivem à primeira neoplasia subsequente (NS1) se mantêm em risco de desenvolver novas neoplasias subsequentes múltiplas.
O estudo foi publicado no The Journal of Clinical Oncology e mostra que de um total de 14.358 sobreviventes de câncer infantil (por cinco anos), foram realizadas análises em 1.382 sobreviventes com uma neoplasia subsequente. A incidência cumulativa de uma segunda neoplasia subseqüente (NS2), seja maligna, seja benigna, foi calculada.
Um total de 1.382 sobreviventes (9,6%) desenvolveram uma SN1, dos quais 386 (27,9%) desenvolveram uma SN2. Daqueles com uma SN2, 153 (39,6%) desenvolveram mais de duas NSs. A incidência cumulativa de SN2 foi de 46,9%, 20 anos após a SN1. A incidência cumulativa de SN2 entre sobreviventes expostos à radiação foi de 41,3%, 15 anos após, em comparação com 25,7% para aqueles não tratados com radiação. Sobreviventes expostos à radiação que desenvolveram uma NS1 de câncer de pele não melanoma (NMSC) tiveram uma incidência cumulativa de NSs malignas de 20,3%, em 15 anos, em comparação com apenas 10,7% daqueles expostos à radiação e cuja SN1 foi uma NS maligna invasiva (excluindo-se o câncer de pele não melanoma).
O presente estudo conclui que NSs múltiplas são comuns entre os sobreviventes de um câncer infantil com o passar dos anos. Uma NS1 de câncer de pele não melanoma identifica uma população com alto risco de NS maligna invasiva. Sobreviventes não expostos à radiação que desenvolvem várias NSs representam uma população de interesse para o estudo da suscetibilidade genética para neoplasias.
Fonte: Journal of Clinical Oncology, publicação online de 27 de junho de 2011















