A oximetria de pulso é a maneira de medir quanto de oxigênio seu sangue está transportando. Usando um pequeno dispositivo chamado oxímetro seu nível de oxigênio sanguíneo pode ser aferido sem a necessidade de puncioná-lo com uma agulha.
O nível de oxigênio mensurado com um oxímetro é chamado de nível de saturação de oxigênio (abreviado como O2sat ou SaO2). A SaO2 é a porcentagem de oxigênio que seu sangue está transportando, comparada com o máximo da sua capacidade de transporte. Idealmente, mais de 89% das suas células vermelhas devem estar transportando oxigênio.
Caso você tenha uma doença pulmonar, seu nível de oxigênio sanguíneo pode vir a ser menor do que o normal. É importante saber se e quando isso ocorre, pois, quando seu nível de oxigênio é baixo, as células do seu corpo podem ter dificuldade de trabalhar apropriadamente.
Ter um nível muito baixo de oxigênio sanguíneo pode sobrecarregar seu coração e seu cérebro.
A maioria das pessoas precisa de um nível de saturação de no mínimo 89% para manter suas células saudáveis. Acredita-se que um nível menor do que esse por um curto tempo não cause danos. Entretanto, suas células podem ser agredidas e sofrer danos se a baixa nos níveis de oxigênio ocorrer muitas vezes. Se seu nível de oxigênio é baixo em ar ambiente, você pode ser solicitado a usar oxigênio suplementar (extra).
O oxímetro pode ajudar a avaliar quanto de oxigênio você precisa e quando você pode precisar dele. Por exemplo, algumas pessoas precisam mais de oxigênio quando dormem do que quando acordadas. Outras precisam mais de oxigênio durante atividades do que quando em repouso.
A História do Oxímetro de Pulso (Nihon Kohden):
Os estudos começaram por físicos conhecidos como Joseph John Thompson, Max Karl Ernst Ludwig Planck, Albert Einstein e Robert Andrews Millikan. Milikan criou algo muito parecido com fones de ouvido, e serviam para avaliar a oxigenação de pilotos da Segunda Guerra Mundial, que voavam em grandes altitudes.
Somente em 1974, a Second Division of Technology e a Nihon Kohden Corporation revelaram ao mundo a grande invenção criada por Srs. Takuo Aoyagi e Michio Kishio, considerados os pais da oximetria.
Atualmente, com os oxímetros de pulso eletrônicos, pode-se monitorar a saturação de oxigênio de um paciente a cada segundo, com apenas um pequeno delay. Com esse monitoramento mais rigoroso pode-se verificar mais rapidamente se o paciente obtiver uma queda brusca do nível de oxigênio no sangue, evitando que danos irreversíveis sejam causados no paciente como taquicardia ou bradicardia.
Como funciona um Oxímetro: Como usar?
O oxímetro de pulso possui sensores ópticos que convertem espectro de luz em sinais elétricos que são processados por um microcontrolador.
A forma de trabalho deste equipamento se chama espectrofotometria, que mede a luz transmitida ou refletida. Os sensores captam a luz que atravessa os capilares do paciente juntamente com o pulso cardíaco. Os níveis de saturação de oxigênio tem relação com a coloração do sangue, e quanto maior a saturação, maior é o brilho e a cor vermelha, decorrente da presença de oxihemoglobina. Quanto menor a saturação, maior a presença de desoxihemoglobina.
O oxímetro de pulso possui um led na cor vermelha que funciona como um emissor. Do outro lado há um sensor óptico que funciona como um receptor, que irá efetuar a leitura da luz emitida pelo led e que atravessou o corpo do paciente. Esta luz chega ao outro lado com vários espectros diferentes aos que quando foram emitidos pelo led.
Geralmente o sensor do oxímetro de pulso é colocado em regiões periféricas do corpo do paciente, como ponta dos dedos, lóbulo da orelha, ou pés (somente em recém-nascidos).
Com a recepção da luz que atravessou o corpo do paciente e chegou até o sensor óptico, este envia os sinais elétricos para um circuito que transforma esse sinal analógico em digital e posteriormente para um microcontrolador. O microcontrolador é responsável por efetuar os cálculos que foram programados em computador para enviar para a tela e mostrar ao usuário a onda pletismográfica, e com esta também é possível adquirir a frequência cardíaca. No mercado existem diversos modelos de oxímetros (como mostrado na imagem no início da matéria).
Como usar:
Para usar o oxímetro é muito simples, basta apertar em sua extremidade (ele é como se fosse um pregador), assim que ele abrir basta colocar o dedo até o final, soltar para fechar e prender o dedo. Em seguida basta pressionar o botão de ligar e dentro de alguns segundos ele mostrará no visor a SpO2 (saturação periférica de oxigênio), o BPM (batimento por minuto) e em alguns modelos a Curva Pletismográfica.
Eu devo ter um oxímetro de pulso?
A maioria das pessoas não precisa de um oxímetro de pulso. Para outras o oxímetro de pulso é prescrito pela possibilidade de elas terem períodos de baixa oxigenação sanguínea, como, por exemplo, quando estão se exercitando ou viajando a altas altitudes.
Ter um oxímetro de pulso nesses casos lhes permitirá monitorar seu nível de oxigênio sanguíneo e saber quando precisam de aumentar o seu fluxo de oxigênio suplementar. Pergunte ao seu médico qual o número da saturação de oxigênio que ele quer que você mantenha.
Oxímetros de pulso hoje estão disponíveis na internet, em farmácias ou empresas de suplementos para cuidados de saúde. Em alguns casos, o plano de saúde cobrirá o custo do oxímetro de pulso.
Qual a diferença entre a informação do oxigênio mostrada pelo oxímetro e a obtida pela gasometria arterial?
Um oxímetro mensura indiretamente a quantidade de oxigênio que é transportada pelo seu sangue. A gasometria arterial mensura diretamente tanto a quantidade de oxigênio transportada pelo seu sangue quanto a de gás carbônico. (dióxido de carbono). Para obter uma gasometria arterial, o sangue é retirado diretamente de sua artéria (usualmente do pulso), o que pode ser doloroso. A oximetria é indolor, mas não tão acurada como a gasometria arterial. Além disso, o oxímetro de pulso não mensura seu nível de dióxido de carbono.
Qual a acurácia da oxímetro de pulso?
O nível de oxigênio medido por um oxímetro de pulso é razoavelmente acurado. A maioria dos oxímetros dão uma leitura 2% acima ou 2% abaixo da saturação que poderia ser obtida pela gasometria arterial. Por exemplo, se sua saturação de oxigênio for de 92% no oxímetro de pulso, ela pode ser de fato qualquer valor entre 90 e 94%. A leitura do oxímetro pode ser menos acurada se o paciente usar esmaltes, unhas postiças, tiver as mãos frias, ou tiver a circulação deficiente. O oxímetro de pulso pode também ser menos acurado em caso de níveis muito baixos de saturação de oxigênio (abaixo de 80%) ou de pele muito escura.
Quando eu devo usar o oxímetro de pulso?
Se você tiver um oxímetro prescrito pelo seu médico, pergunte a ele quando ele quer que você use o oxímetro para monitorar seu nível de oxigênio sanguíneo. Pergunte também quando você deve mudar o fluxo de seu oxigênio suplementar e com qual leitura você deve procurar atendimento médico.
As situações em que a leitura do oxímetro pode ser útil são:
Quando o oxigênio é prescrito pela primeira vez. Isso ajuda seu médico a saber como os seus níveis de saturação de oxigênio se comportam durante suas atividades diárias, em casa.
Pessoas que não tem conhecimentos técnicos na área da saúde podem facilmente com o oxímetro diferenciar um desmaio de uma parada cardíaca, e assim providenciar o socorro adequado.
Durante ou imediatamente após exercícios físicos. Seu corpo, como um carro, precisa de mais oxigênio (gás) quando você está em movimento. Sua saturação de oxigênio pode ser checada durante a atividade para ver se você tem baixo oxigênio, o que não acontece no repouso. Seu médico decidirá junto com você o que fazer caso você tenha problemas durante o exercício.
Quando você estiver voando ou viajando a altas altitudes, para saber se seu oxigênio suplementar precisa ser aumentado durante essas situações.
Como eu posso obter leituras melhores do meu oxímetro de pulso?
Para obter melhores leituras do seu oxímetro, você precisa ter certeza de que suficiente sangue esteja fluindo para a mão ou para o dedo ao qual o dispositivo está acoplado. A melhor leitura, portanto, é alcançada quando sua mão está aquecida, relaxada, e mantida abaixo do nível do coração. Esmaltes, unhas grandes, gel ou óleos podem interferir no funcionamento do aparelho.
Se você fuma, infelizmente, a leitura no seu oxímetro pode mostrar um nível maior do que a saturação atual. Isso porque o tabagismo aumenta os níveis de monóxido de carbono no seu sangue, e o oxímetro não mostra diferença entre o monóxido de carbono e o oxigênio. Se você fuma, converse com seu médico sobre como ler apropriadamente seus números no oxímetro.
Além das leituras equivocadas descritas acima, algumas vezes você pode obter leituras anormais de seu oxímetro por mal funcionamento do fio do aparelho. Assim sendo, leve seu oxímetro para o consultório do seu médico, ou para a empresa de equipamentos para checagem e ajuste da acurácia.
A oximetria de pulso é útil no diagnóstico de doenças cardíacas congênitas nos recém nascidos? Pode um oxímetro detectar um problema grave no coração?
Neste vídeo, o Dr. William Scott, Cardiologista Pediátrico no UT South Western Medical Center, em Dallas (EUA), dá-nos mais informação sobre este assunto.
Este material foi traduzido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia com autorização da American Thoracic Society. Responsáveis pelas traduções : Dra. Valéria Maria Augusto, com colaboração de Lucas Diniz Machado. A ATS Patient Information Series é um serviço público da American Thoracic Society e seu jornal, o AJRCCM. A informação que aparece nesta série é apenas para fins educacionais e não deve ser usado como um substituto para aconselhamento médico. Para mais informações sobre esta série, entre em contato J. Corn em jcorn@thoracic.org.
+ Fonte: - Sociedade Brasileira de Cardiologia. http://www.cardiol.br - Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia: http://www.sbpt.org.br/ (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia ).
click na imagem para acessar o filme ou acesse direto: https://www.youtube.com/watch?v=O2UiBm4nNMg
Filme Césio 137 O Pesadelo de Goiânia.
*Remasterizado e com a melhor qualidade de imagem possível.
*Edição raríssima! O acidente radiológico de Goiânia, amplamente conhecido como acidente com o Césio-137, foi um grave episódio de contaminação por radioatividade ocorrido no Brasil.
A contaminação teve início em 13 de setembro de 1987, quando um aparelho utilizado em radioterapias foi encontrado dentro de uma clínica abandonada, no centro de Goiânia, em Goiás.
Foi classificado como nível 5 (acidentes com consequências de longo alcance) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares, que vai de zero a sete, onde o menor valor corresponde a um desvio, sem significação para segurança, enquanto no outro extremo estão localizados os acidentes graves.
O instrumento foi encontrado por catadores de um ferro velho do local, que entenderam tratar-se de sucata. Foi desmontado e repassado para terceiros, gerando um rastro de contaminação, o qual afetou seriamente a saúde de centenas de pessoas.
O acidente com Césio-137 foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares.
Com cerca de 20.000 verbetes e diversas ilustrações o Compacto Dicionário Ilustrado de Saúde é um material de referência objetivo, ideal e indispensável para o aprendizado e para a prática profissional.
Suas ilustrações e quadros informativos são complementares às definições apresentadas, fazendo com que este seja muito mais do que um dicionário.
Este Manual destina-se a você, que trabalha pela prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST) e do HIV/ aids na comunidade onde mora, nas periferias das cidades brasileiras. É um material composto por três cadernos divididos nos seguintes temas:
- Caderno I - Afinando Conceitos - Caderno II - Estratégias de Prevenção em Comunidades Populares. - Caderno III – Mapeamento, Planejamento e Avaliação
Partimos do reconhecimento de que no Brasil existem muitos e diferentes territórios populares onde há uma concentração de fatores negativos que contribuem para a exposição das camadas populares frente ao HIV/ aids e a outras DST. Mas há também um conjunto de iniciativas populares positivas. Lideranças comunitárias que saem do espaço privado (da família, da vida pessoal) e buscam enfrentar os problemas coletivos, dedicando suas vidas à ação social, entre elas a prevenção do HIV/ aids e a promoção da saúde.
Para elaborar este Manual foram realizados grupos consulta em sete cidades – Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Cuiabá, Manaus e Porto Alegre – a fim de registrar experiências e opiniões sobre a prática da prevenção nas comunidades populares. Os grupos reuniram lideranças comunitárias e representantes de organizações que atuam na prevenção de aids em periferias das cidades brasileiras. Posteriormente, já com uma versão preliminar do texto, foi organizada uma roda de leitura com oito agentes de prevenção para discutir o formato e o conteúdo da publicação. Procuramos retratar todos os debates e propostas nesta publicação, escrita para quem deseja iniciar um trabalho no lugar onde mora, para quem já iniciou e quer novas idéias ou para aqueles que já têm muita experiência, mas querem continuar aprofundando a sua prática.
Este não é um Manual informativo sobre o que é a aids, as doenças sexualmente transmissíveis e seus sintomas ou sobre as formas de tratamento. É um Manual sobre a metodologia (o como fazer) do trabalho de prevenção nas comunidades populares. Aqui você encontrará dicas para aperfeiçoar sua prática, sugestões de atividades, reflexões sobre os principais temas relacionados ao trabalho e alguns exemplos de formulários e relatórios para garantir o registro e a sistematização das suas ações.
Outros assuntos importantes trazidos pela publicação são o planejamento e a avaliação das atividades realizadas.
A proposta é que você possa contar com este Manual para ser sua fonte de inspiração, mas que, acima de tudo, ele seja uma fonte de estímulo e valorização do seu crescimento e da sua própria prática. Esperamos que a ação em comunidades na cidade, no campo, nas florestas e nas áreas rurais do Brasil se beneficie das idéias e dicas aqui propostas, avançando na recriação cotidiana de suas estratégias de prevenção.
O Manual está composto por três cadernos que se complementam. O primeiro caderno – Afinando Conceitos - traz uma discussão sobre os conceitos ligados à realização do trabalho de prevenção nas comunidades populares.
O segundo caderno - Estratégias de Prevenção em Comunidades Populares - apresenta as principais estratégias de prevenção utilizadas pelas diferentes experiências brasileiras participantes deste Manual.
O terceiro caderno – Mapeamento, Planejamento e Avaliação - traz uma metodologia de mapeamento, planejamento e avaliação da ação de prevenção que você realiza e uma série de sugestões de relatórios e fichas para você registrar todas as etapas do seu trabalho.
Um glossário - com a explicação de alguns termos, palavras e siglas para que você possa aprender sempre mais e/ou consultar quando precisar - finaliza esta parte. Os termos presentes no glossário estarão indicados ao longo da publicação.
Material organizado pelo Cedaps - Centro de Promoção da Saúde
Considerar que apenas uma única forma de nos alimentarmos é o melhor para a saúde, física mental e emocional, é esquecer que somos seres singulares, pagando um preço bem alto toda vez que deixamos de levar em conta nossa individualidade biológica.
Cada tipo sanguíneo, O, A, B e AB, carrega a mensagem genética que traduz as formas de alimentação e comportamento de nossos antepassados mais remotos e, muitas das suas peculiaridades nos influenciam até os dias de hoje.
Emagrecer, mantendo a saúde num nível excelente, sem ter que contar calorias, além da privação dos alimentos que mais gosta e de exercícios físicos violentos e estafantes, definitivamente, não tem lugar em quem segue a Dieta do Tipo Sanguíneo.
De acordo com a especialista, também autora do livro "Dieta Pelo Tipo Metabólico e Sanguíneo", em vez disso, o paciente é apresentado à estratégia, todas elas simples e naturais, para equilibrar a mente e o corpo, simultaneamente, se adaptando aos poucos, até conseguir incorporar todos os hábitos saudáveis à sua rotina diária. "Assim, gradativamente, irá alcançar o peso ideal sem qualquer dor física, estresse emocional e, ao que seria pior, à enorme decepção final que acompanha praticamente todos os outros métodos de controle de peso que você já conheceu", relata.
Ela explica que ao aprender a viver em parceria com as reais necessidades biológica, em vez de ter que lutar contra elas, determinadas pelo seu tipo específico sanguineo, o peso perfeito é automaticamente atingido. "A vontade por alimentos pouco saudáveis desaparece. A perda da autoestima que acompanha o excesso de peso é substituída por uma sensação de extremo bem-estar geral. A falta de energia some e o sedentarismo dá lugar à alegria de viver e de participar mais da vida", diz.
Basta escolher aqueles alimentos considerados benéficos, a cada tipo de sangue, e combina-los com os neutros, isto é, que não lhe fazem nem bem, nem mal, atuando apenas, como coadjuvantes indispensáveis em todo o processo, descartando todos os que lhe são nocivos. " Não pense que a lista de alimentos irá diminuir drasticamente, para cada um dos tipos sanguíneos existem cerca de 300 tipos de alimentos considerados "amigos" pelo seu sistema imunológico", mostra.
Somente restringir calorias, para baixar o peso a todo o custo, levará somente a perda de tecido muscular, mesmo com a prática diária de exercícios físicos, que compensarão alguma perda de tecido muscular, ao fim de pouco tempo, uma dieta de baixas calorias, trará um impacto prejudicial ao organismo como um todo. "Perder peso de forma muito rápida, só irá prejudicar o sistema imunológico e trazer mais problemas ainda, em cadeia", conclui.
. . Dra. Emilia O. G. Pinheiro - Terapeuta ortomolecular, especialista e pioneira, no Brasil, da Dieta do tipo sanguíneoClínica Spasso Urbano - Day Spa e Clínica Ortomolecular (Maringá e Curitiba / PR)Fones: (44) 3305-9582/ 3305-9592
O que faz algumas mulheres menstruarem só 3 dias e outras 7, 8, 9 dias??? Por que algumas mulheres tem fluxo menstrual tão intenso e outras não??? Afinal é normal ter episódios de sangramento excesivo durante a menstruação???
Participantes - Drª Juraci Ghiaroni - Ginecologista da HUCFF (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - RJ)
Mais de 600 mil pessoas vivem atualmente com o vírus HIV no país. Muitas pessoas vivem com o vírus e desconhecem o fato. E você, conhece as maneiras de se prevenir da doença, saberia reconhecer os sintomas da Aids, se quisesse fazer um teste, saberia onde e a quem recorrer? Saiba mais no Ligado.
Participante – Infectologista da Fiocruz, Jorge Ribeiro.
Veja de que forma a ciência avança em busca do conhecimento das causas do Mal de Alzheimer. E saiba qual a melhor forma de proceder para diminuir o sofrimento do portador dessa doença. Essas e outras questões estão em pauta no programa.
Convidados – o presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, Viviane Abreu; o coordenador da área de medicamentos especializados do Ministério da Saúde, Rodrigo Alexandre; a médica de família, Camila Giugliani; e a representante do Centro de Referência do Hospital Universitário Antônio Pedro (Niterói-RJ), Vilma Câmara.
O alerta para os ciclos da dengue, que deixou 200 mortos ano passado no Rio de Janeiro, e avança pelo país. No Espírito Santo, 26 mortes já foram confirmadas. Em Mato Grosso, foram 29. E no Rio Grande do Sul, a febre amarela preocupa, com cerca de 20 casos. Desde abril, 290 cidades gaúchas estão na área de risco. Além de terem em comum o transmissor Aedes Aegypti, existem outras semelhanças? No caso da dengue, como poder público pode evitar que tragédias, como a do Rio, se repitam?
Participantes - coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho; o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, Hans Dohmann; o secretário estadual do Rio Grande do Sul, Osmar Terra; e a superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia, Lorene Louise Silva Pinto.
O que é LER? Quais as suas causas e como evita-las... e vai saber também quais medidas empresas e empregados podem fazer para prevenir esses problemas.... Com certeza vale o click!
Veja como uma das enfermidades mais antigas do mundo ainda consegue ser responsável pela morte de 1,7 milhão de pessoas por ano. No Brasil, são cerca de 80 mil novos casos e cinco mil mortes ao ano. Para você, o que falta fazer no combate à doença? Assista e opine.
Convidados – o coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Dráurio Barreira; a diretora do Centro de Referência Hélio Fraga, Margareth Dalcolmo; e a coordenadora do projeto Fundo Global Tuberculose Brasil / Fiotec / Fiocruz, Maria Boaretto.
Do sofrimento imposto pelo regime dos hospitais colônias, aos dias atuais. Saiba como era a realidade dessas pessoas, e como elas estão hoje, após a abertura das colônias, no fim da década de 1980, com 30 anos de atraso em relação ao resto do mundo.
Participantes – Representante Nacional do Mohran, Silvia Daflon; ex-interno do Hospital Colônia Tavares de Macedo, em Itaboraí (RJ), Manoel Rangel; diretora do Hospital Estadual Tavares de Macedo, Ana Krivochain.
Para você, o que representa ser homem na sociedade atual? Criado a partir de uma visão, em geral, machista o homem é cobrado o tempo todo para não dar sinais de fraqueza, o que acaba se refletindo na sua saúde. Veja como essas questões influenciam o comportamento do homem no que diz respeito a sua saúde.
Participantes – Coordenador da Política Nacional de Saúde do Homem, do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti; diretor de teatro, Amir Haddad; e o psicólogo, Marcos Nascimento.
Acabei de receber um material muito interessante do Ministério da Saúde sobre dengue. Trata-se de um folder, um fascículo e um CD-ROM produzidos com extremo bom gosto, nos quais chama muito atenção o aspecto informal e, ao mesmo tempo sério, com que o tema é tratado.
O folder traz 14 questões de múltipla escolha (A, B, C, D) cujas respostas estão comentadas no CD-ROM. Já o fascículo traz um resumo com os pontos mais importantes sobre dengue incluindo desde aspectos históricos até o tratamento. No CD-ROM, encontram-se fotos, vídeos e casos clínicos, além das questões presentes no folder e os textos do fascículo.
Encontrei alguns erros, tais como: 1 – os comentários das questões 5 e 6 estão trocados; 2 – o comentário da questão 8 fala sobre a contagem de plaquetas em vez de petéquias na prova do laço; 3 – a questão 12 está com gabarito errado pois a resposta correta é letra “A”. Mas nada disso compromente a qualidade do conteúdo.
Faça o download do CD-ROM clicando na figura abaixo.
Não precisa instalar nada! É só descompactar em uma pasta de sua preferência e acessar ao arquivo “clique_aqui”.
Lembrar que o mais importante ainda continua sendo evitar isto:
Infelismente isso não depende muito de nós médicos…
A internet democratizou o acesso a literatura médica e é crescente a utilização de recursos multimídia para publicação de conteúdo científico, disponibilização de aulas, simpósios e realização de cursos de atualização a distância.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia lançou em 2006 o Programa ABRAC (Atualização Brasileira em Cardiologia), um curso totalmente on line, interativo e com participação bonificada com pontos para re-certificação do título de especialista.
A Conexão Médica é uma empresa especializada na produção de cursos em vídeo voltados para atualização de profissionais de saúde. Eles utilizam várias plataformas para disponibilização do seu material (TV via satélite, videocast, DVD/CD e internet) e os temas variam desde gestão hospitalar até informática em saúde passando pelas diversas especialidades médicas incluindo clínica médica, pediatria e ortopedia. Uma boa parte do conteúdo é free!
O Medcenter Educa é um outro centro de atualização médica continuada, porém com menos recursos e menor quantidade de cursos disponíveis. Suas aulas utilizam apenas textos e figuras. Pode ser cansativa a leitura no computador, mas, por outro lado, quem dita o rítimo da aula é o aluno. Às vezes, é muito mais rápido que assistir a uma aula de 90 minutos na qual perde-se muito tempo com propagandas e questões pouco interessantes.
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